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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Cure a si mesmo: Faça meditação

Monges têm meditado nas montanhas por milênios, na esperança de obter a iluminação espiritual.
Seus esforços provavelmente também reforçaram sua saúde física.
Estudos sobre os efeitos da meditação têm quase sempre envolvido um pequeno número de participantes, mas todos têm sugerido uma série de benefícios.
Há indicações de que a meditação aumenta a resposta imunológica em pessoas que recebem vacinas e em pessoas com câncer, protege contra uma recaída na depressão grave, alivia problemas de pele e até mesmo retarda a progressão do HIV.
Se ioga fosse remédio, seria o melhor do mundo, dizem cientistas
A meditação pode até mesmo retardar o processo de envelhecimento. Os telômeros, as capas protetoras nas extremidades dos cromossomos, encurtam-se cada vez que uma célula se divide e assim desempenham um papel no envelhecimento.
A equipe de Clifford Saron, do Centro para a Mente e Cérebro da Universidade da Califórnia (EUA), mostrou recentemente que os níveis de uma enzima que constrói os telômeros se mostraram mais elevados em pessoas que participaram de um retiro de meditação de três meses, do que em um grupo controle
O mesmo aconteceu em um outro estudo com pacientes com câncer de próstata, que concluiu que a meditação retarda o envelhecimento das células.
Tal como acontece com a interação social, a meditação provavelmente funciona em grande parte influenciando as vias de resposta ao estresse. Embora esse mecanismo seja só uma teoria, pessoas que meditam têm níveis mais baixos de cortisol, e um estudo mostrou que há mudanças na amígdala, uma área do cérebro envolvida com o medo e a resposta às ameaças (Social Cognitive and Affective Neuroscience).
Coautora do estudo de Saron, Elissa Epel, psiquiatra da Universidade da Califórnia em São Francisco, acredita que a meditação também pode aumentar as "vias de recuperação e melhoria da saúde", talvez desencadeando a liberação de hormônios sexuais e do crescimento.
Se você não tem tempo para um retiro de três meses, não se preocupe.
A meditação pode causar mudanças estruturais no cérebro depois de nada mais do que 11 horas de prática.
Meditação altera estrutura do cérebro em oito semanas
Epel sugere a adoção de "mini-meditações" breves ao longo do dia, tendo alguns minutos em sua mesa para se concentrar na sua respiração,  por exemplo: "Pequenos momentos aqui e ali fazem toda a diferença."

Pesquisa- Site Diário de Saúde.
http://www.diariodasaude.com.br/

Cure a si mesmo: Faça meditação

Monges têm meditado nas montanhas por milênios, na esperança de obter a iluminação espiritual.
Seus esforços provavelmente também reforçaram sua saúde física.
Estudos sobre os efeitos da meditação têm quase sempre envolvido um pequeno número de participantes, mas todos têm sugerido uma série de benefícios.
Há indicações de que a meditação aumenta a resposta imunológica em pessoas que recebem vacinas e em pessoas com câncer, protege contra uma recaída na depressão grave, alivia problemas de pele e até mesmo retarda a progressão do HIV.
Se ioga fosse remédio, seria o melhor do mundo, dizem cientistas
A meditação pode até mesmo retardar o processo de envelhecimento. Os telômeros, as capas protetoras nas extremidades dos cromossomos, encurtam-se cada vez que uma célula se divide e assim desempenham um papel no envelhecimento.
A equipe de Clifford Saron, do Centro para a Mente e Cérebro da Universidade da Califórnia (EUA), mostrou recentemente que os níveis de uma enzima que constrói os telômeros se mostraram mais elevados em pessoas que participaram de um retiro de meditação de três meses, do que em um grupo controle
O mesmo aconteceu em um outro estudo com pacientes com câncer de próstata, que concluiu que a meditação retarda o envelhecimento das células.
Tal como acontece com a interação social, a meditação provavelmente funciona em grande parte influenciando as vias de resposta ao estresse. Embora esse mecanismo seja só uma teoria, pessoas que meditam têm níveis mais baixos de cortisol, e um estudo mostrou que há mudanças na amígdala, uma área do cérebro envolvida com o medo e a resposta às ameaças (Social Cognitive and Affective Neuroscience).
Coautora do estudo de Saron, Elissa Epel, psiquiatra da Universidade da Califórnia em São Francisco, acredita que a meditação também pode aumentar as "vias de recuperação e melhoria da saúde", talvez desencadeando a liberação de hormônios sexuais e do crescimento.
Se você não tem tempo para um retiro de três meses, não se preocupe.
A meditação pode causar mudanças estruturais no cérebro depois de nada mais do que 11 horas de prática.
Meditação altera estrutura do cérebro em oito semanas
Epel sugere a adoção de "mini-meditações" breves ao longo do dia, tendo alguns minutos em sua mesa para se concentrar na sua respiração,  por exemplo: "Pequenos momentos aqui e ali fazem toda a diferença."

Pesquisa- Site Diário de Saúde.
http://www.diariodasaude.com.br/

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Luz no ponto certo do cérebro melhora a motivação



Luz para o cérebro
Pesquisadores já usaram luz para controlar o cérebro de macacos e demonstraram queneurônios individuais podem ser desligados com luz.

Mas a equipe do professor Karl Deisseroth, da Universidade de Stanford, tem mais interesse em explorar o uso da luz para lidar com os comportamentos.

Há cerca de um ano, eles mostraram que é possível controlar a ansiedade iluminando o cérebro:

Cientistas controlam ansiedade no cérebro usando luz
Agora a equipe se voltou para o oposto da ansiedade, a depressão.

E os resultados com experimentos em animais foram novamente encorajadores.

Luz para a depressão

O objetivo da equipe é descobrir formas não medicamentosas e não invasivas para lidar com a depressão.

Para isso eles se voltaram para a motivação.

Primeiro os cientistas identificaram áreas no córtex pré-frontal medial associados com a motivação.

Esses neurônios ficam inativos quando os animais desistem de cumprir uma tarefa - nadar para sair de um tanque de água sem saída - mas permanecem ativos nos animais que ficam parados em uma situação normal, fora da água.


O gráfico da esquerda mostra a queda na motivação do animal. À direita, a recuperação da motivação, à medida que o mesmo animal tinha seu cérebro iluminado.
Ligando a motivação

Melissa Warden partiu então para tentar religar a motivação nos animais que a perderam, algo que os cientistas acreditam ser uma marca típica dos pacientes com depressão.

Usando uma fibra óptica, ela iluminou a região do cérebro relacionada com a motivação.

O resultado é quase como um interruptor de luz acendendo uma lâmpada: tão logo a luz foi acesa, os animais que haviam desistido voltaram a nadar para tentar sair do tanque.



Os resultados foram publicados na revista Nature. Ainda não há previsão da repetição dos experimentos em humanos.

Fonte de Pesquisa-Redação do Diário da Saúde

Luz no ponto certo do cérebro melhora a motivação



Luz para o cérebro
Pesquisadores já usaram luz para controlar o cérebro de macacos e demonstraram queneurônios individuais podem ser desligados com luz.

Mas a equipe do professor Karl Deisseroth, da Universidade de Stanford, tem mais interesse em explorar o uso da luz para lidar com os comportamentos.

Há cerca de um ano, eles mostraram que é possível controlar a ansiedade iluminando o cérebro:

Cientistas controlam ansiedade no cérebro usando luz
Agora a equipe se voltou para o oposto da ansiedade, a depressão.

E os resultados com experimentos em animais foram novamente encorajadores.

Luz para a depressão

O objetivo da equipe é descobrir formas não medicamentosas e não invasivas para lidar com a depressão.

Para isso eles se voltaram para a motivação.

Primeiro os cientistas identificaram áreas no córtex pré-frontal medial associados com a motivação.

Esses neurônios ficam inativos quando os animais desistem de cumprir uma tarefa - nadar para sair de um tanque de água sem saída - mas permanecem ativos nos animais que ficam parados em uma situação normal, fora da água.


O gráfico da esquerda mostra a queda na motivação do animal. À direita, a recuperação da motivação, à medida que o mesmo animal tinha seu cérebro iluminado.
Ligando a motivação

Melissa Warden partiu então para tentar religar a motivação nos animais que a perderam, algo que os cientistas acreditam ser uma marca típica dos pacientes com depressão.

Usando uma fibra óptica, ela iluminou a região do cérebro relacionada com a motivação.

O resultado é quase como um interruptor de luz acendendo uma lâmpada: tão logo a luz foi acesa, os animais que haviam desistido voltaram a nadar para tentar sair do tanque.



Os resultados foram publicados na revista Nature. Ainda não há previsão da repetição dos experimentos em humanos.

Fonte de Pesquisa-Redação do Diário da Saúde