quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Manipulando pensamentos...atenção.


Só imaginar que está jogando os pensamentos
 fora ou
 os está guardando não funciona.
 Você precisa realmente escrevê-lo
 e jogá-los fora ou guardá-los bem guardados.


Se você quiser realmente se livrar de pensamentos negativos e indesejáveis, simplesmente rasgue-os e jogue-os no lixo.

Pesquisadores descobriram que, quando as pessoas escrevem seus pensamentos em um pedaço de papel e, em seguida, jogam o papel fora, elas mentalmente descartam também os pensamentos.

Por outro lado, as pessoas são mais propensas a usar seus pensamentos ao fazer julgamentos posteriores se primeiro elas escrevem o pensamento em um pedaço de papel e colocam o papel no bolso para protegê-lo.

"De certa forma pode parecer bobagem, mas nós descobrimos que realmente funciona. Fisicamente jogando fora ou protegendo seus pensamentos, você influencia o modo como acaba usando esses pensamentos. Simplesmente imaginar essas ações não tem efeito," disse o Dr. Richard Petty, da Universidade do Estado de Ohio (EUA), coautor do estudo.

Pensamentos materializados

Como você rotula seus pensamentos - como lixo ou como merecedor de proteção - parece fazer a diferença na forma como você usa esses pensamentos.

Os resultados do novo estudo sugerem que as pessoas tratam seus pensamentos como algo material, como objetos concretos.

Segundo Petty, isso é evidente na linguagem que usamos.

"Nós falamos sobre os nossos pensamentos como se pudéssemos visualizá-los. Nós alimentamos nossos pensamentos. Tomamos posição sobre as questões, apoiamos este ou aquele caminho. Isso tudo torna nossos pensamentos mais reais para nós," afirma.

Importância da ação

Os participantes que jogaram os pensamentos no lixo - escrevendo-os e arrastando-os para a lixeira - fizeram menos uso dos pensamentos negativos do que aqueles que salvaram os pensamentos em um arquivo.

Em outro experimento, os participantes foram instruídos a simplesmente imaginar que estavam arrastando seus pensamentos negativos para a lixeira, ou que os estavam salvando-os em um arquivo no disco.

Mas isso não teve efeito sobre seus julgamentos posteriores.

"Quanto mais convencida a pessoa está de que os pensamentos realmente foram embora, melhor," disse Petty. "Só imaginar que você os jogou fora não funciona."

Os resultados foram publicados online na revista Psychological Science.

Manipulando pensamentos...atenção.


Só imaginar que está jogando os pensamentos
 fora ou
 os está guardando não funciona.
 Você precisa realmente escrevê-lo
 e jogá-los fora ou guardá-los bem guardados.


Se você quiser realmente se livrar de pensamentos negativos e indesejáveis, simplesmente rasgue-os e jogue-os no lixo.

Pesquisadores descobriram que, quando as pessoas escrevem seus pensamentos em um pedaço de papel e, em seguida, jogam o papel fora, elas mentalmente descartam também os pensamentos.

Por outro lado, as pessoas são mais propensas a usar seus pensamentos ao fazer julgamentos posteriores se primeiro elas escrevem o pensamento em um pedaço de papel e colocam o papel no bolso para protegê-lo.

"De certa forma pode parecer bobagem, mas nós descobrimos que realmente funciona. Fisicamente jogando fora ou protegendo seus pensamentos, você influencia o modo como acaba usando esses pensamentos. Simplesmente imaginar essas ações não tem efeito," disse o Dr. Richard Petty, da Universidade do Estado de Ohio (EUA), coautor do estudo.

Pensamentos materializados

Como você rotula seus pensamentos - como lixo ou como merecedor de proteção - parece fazer a diferença na forma como você usa esses pensamentos.

Os resultados do novo estudo sugerem que as pessoas tratam seus pensamentos como algo material, como objetos concretos.

Segundo Petty, isso é evidente na linguagem que usamos.

"Nós falamos sobre os nossos pensamentos como se pudéssemos visualizá-los. Nós alimentamos nossos pensamentos. Tomamos posição sobre as questões, apoiamos este ou aquele caminho. Isso tudo torna nossos pensamentos mais reais para nós," afirma.

Importância da ação

Os participantes que jogaram os pensamentos no lixo - escrevendo-os e arrastando-os para a lixeira - fizeram menos uso dos pensamentos negativos do que aqueles que salvaram os pensamentos em um arquivo.

Em outro experimento, os participantes foram instruídos a simplesmente imaginar que estavam arrastando seus pensamentos negativos para a lixeira, ou que os estavam salvando-os em um arquivo no disco.

Mas isso não teve efeito sobre seus julgamentos posteriores.

"Quanto mais convencida a pessoa está de que os pensamentos realmente foram embora, melhor," disse Petty. "Só imaginar que você os jogou fora não funciona."

Os resultados foram publicados online na revista Psychological Science.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Luz no ponto certo do cérebro melhora a motivação



Luz para o cérebro
Pesquisadores já usaram luz para controlar o cérebro de macacos e demonstraram queneurônios individuais podem ser desligados com luz.

Mas a equipe do professor Karl Deisseroth, da Universidade de Stanford, tem mais interesse em explorar o uso da luz para lidar com os comportamentos.

Há cerca de um ano, eles mostraram que é possível controlar a ansiedade iluminando o cérebro:

Cientistas controlam ansiedade no cérebro usando luz
Agora a equipe se voltou para o oposto da ansiedade, a depressão.

E os resultados com experimentos em animais foram novamente encorajadores.

Luz para a depressão

O objetivo da equipe é descobrir formas não medicamentosas e não invasivas para lidar com a depressão.

Para isso eles se voltaram para a motivação.

Primeiro os cientistas identificaram áreas no córtex pré-frontal medial associados com a motivação.

Esses neurônios ficam inativos quando os animais desistem de cumprir uma tarefa - nadar para sair de um tanque de água sem saída - mas permanecem ativos nos animais que ficam parados em uma situação normal, fora da água.


O gráfico da esquerda mostra a queda na motivação do animal. À direita, a recuperação da motivação, à medida que o mesmo animal tinha seu cérebro iluminado.
Ligando a motivação

Melissa Warden partiu então para tentar religar a motivação nos animais que a perderam, algo que os cientistas acreditam ser uma marca típica dos pacientes com depressão.

Usando uma fibra óptica, ela iluminou a região do cérebro relacionada com a motivação.

O resultado é quase como um interruptor de luz acendendo uma lâmpada: tão logo a luz foi acesa, os animais que haviam desistido voltaram a nadar para tentar sair do tanque.



Os resultados foram publicados na revista Nature. Ainda não há previsão da repetição dos experimentos em humanos.

Fonte de Pesquisa-Redação do Diário da Saúde

Luz no ponto certo do cérebro melhora a motivação



Luz para o cérebro
Pesquisadores já usaram luz para controlar o cérebro de macacos e demonstraram queneurônios individuais podem ser desligados com luz.

Mas a equipe do professor Karl Deisseroth, da Universidade de Stanford, tem mais interesse em explorar o uso da luz para lidar com os comportamentos.

Há cerca de um ano, eles mostraram que é possível controlar a ansiedade iluminando o cérebro:

Cientistas controlam ansiedade no cérebro usando luz
Agora a equipe se voltou para o oposto da ansiedade, a depressão.

E os resultados com experimentos em animais foram novamente encorajadores.

Luz para a depressão

O objetivo da equipe é descobrir formas não medicamentosas e não invasivas para lidar com a depressão.

Para isso eles se voltaram para a motivação.

Primeiro os cientistas identificaram áreas no córtex pré-frontal medial associados com a motivação.

Esses neurônios ficam inativos quando os animais desistem de cumprir uma tarefa - nadar para sair de um tanque de água sem saída - mas permanecem ativos nos animais que ficam parados em uma situação normal, fora da água.


O gráfico da esquerda mostra a queda na motivação do animal. À direita, a recuperação da motivação, à medida que o mesmo animal tinha seu cérebro iluminado.
Ligando a motivação

Melissa Warden partiu então para tentar religar a motivação nos animais que a perderam, algo que os cientistas acreditam ser uma marca típica dos pacientes com depressão.

Usando uma fibra óptica, ela iluminou a região do cérebro relacionada com a motivação.

O resultado é quase como um interruptor de luz acendendo uma lâmpada: tão logo a luz foi acesa, os animais que haviam desistido voltaram a nadar para tentar sair do tanque.



Os resultados foram publicados na revista Nature. Ainda não há previsão da repetição dos experimentos em humanos.

Fonte de Pesquisa-Redação do Diário da Saúde