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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Seu cérebro vê coisas que você não vê.

Jay Sanguinetti, da Universidade do Arizona (EUA), fez uma descoberta que desafia as teorias sobre como o cérebro se relaciona com a percepção consciente - com a mente.

Os experimentos mostraram que o cérebro processa e entende informações visuais que podem nunca chegar ao nível consciente.

Em termos simples: seu cérebro "vê", mas você não.

Isto desafia os modelos atualmente aceitos sobre como o cérebro processa a informação visual e abre questões totalmente novas sobre mente e cérebro.

Consciência inconsciente

Sanguinetti mostrou aos voluntários uma série de silhuetas negras, algumas das quais continham objetos significativos e reais representados pela porção branca do desenho.

"Nós queríamos saber se o cérebro estava processando o significado dos objetos que estão do lado de fora dessas silhuetas. A questão específica foi 'Será que o cérebro processa essas formas ocultas ao nível de significado, mesmo quando a pessoa não as vê conscientemente?" esclarece o pesquisador.

A resposta é sim.

As ondas cerebrais dos participantes indicaram que, mesmo que uma pessoa nunca reconheça conscientemente as formas brancas, do lado de fora dos desenhos, seus cérebros processam essas formas até o nível da compreensão do seu significado.

Mas depois o cérebro aparentemente descarta essa compreensão.

Processamento do significado

"Há uma assinatura no cérebro para o processamento significativo", explica Sanguinetti. "Um pico nas ondas cerebrais médias, chamado N400, indica que o cérebro reconhece um objeto e o associa com um significado particular."

Esse pico ocorre cerca de 400 milissegundos depois que a imagem é mostrada - o N indica as ondas abaixo de um eixo de referência, enquanto as ondas acima desse eixo são chamadas de P.

A presença do pico N400 indica que o cérebro dos voluntários reconheceu o significado dos formatos do lado de fora da figura, embora eles não tenham relatado sua identificação.

Isto leva à questão de por que o cérebro processa o significado de uma forma e depois a descarta, "impedindo" que a pessoa fique consciente dela.

Para essa questão os pesquisadores ainda não têm uma resposta.




Mesmo quando a pessoa é orientada a se
concentrar nos desenhos pretos,
seu cérebro reconhece as
formas brancas
[Imagem: Jay Sanguinetti]





















Dite de Pesquisa -Diário de Saúde-http://www.diariodasaude.com.br/

Seu cérebro vê coisas que você não vê.

Jay Sanguinetti, da Universidade do Arizona (EUA), fez uma descoberta que desafia as teorias sobre como o cérebro se relaciona com a percepção consciente - com a mente.

Os experimentos mostraram que o cérebro processa e entende informações visuais que podem nunca chegar ao nível consciente.

Em termos simples: seu cérebro "vê", mas você não.

Isto desafia os modelos atualmente aceitos sobre como o cérebro processa a informação visual e abre questões totalmente novas sobre mente e cérebro.

Consciência inconsciente

Sanguinetti mostrou aos voluntários uma série de silhuetas negras, algumas das quais continham objetos significativos e reais representados pela porção branca do desenho.

"Nós queríamos saber se o cérebro estava processando o significado dos objetos que estão do lado de fora dessas silhuetas. A questão específica foi 'Será que o cérebro processa essas formas ocultas ao nível de significado, mesmo quando a pessoa não as vê conscientemente?" esclarece o pesquisador.

A resposta é sim.

As ondas cerebrais dos participantes indicaram que, mesmo que uma pessoa nunca reconheça conscientemente as formas brancas, do lado de fora dos desenhos, seus cérebros processam essas formas até o nível da compreensão do seu significado.

Mas depois o cérebro aparentemente descarta essa compreensão.

Processamento do significado

"Há uma assinatura no cérebro para o processamento significativo", explica Sanguinetti. "Um pico nas ondas cerebrais médias, chamado N400, indica que o cérebro reconhece um objeto e o associa com um significado particular."

Esse pico ocorre cerca de 400 milissegundos depois que a imagem é mostrada - o N indica as ondas abaixo de um eixo de referência, enquanto as ondas acima desse eixo são chamadas de P.

A presença do pico N400 indica que o cérebro dos voluntários reconheceu o significado dos formatos do lado de fora da figura, embora eles não tenham relatado sua identificação.

Isto leva à questão de por que o cérebro processa o significado de uma forma e depois a descarta, "impedindo" que a pessoa fique consciente dela.

Para essa questão os pesquisadores ainda não têm uma resposta.




Mesmo quando a pessoa é orientada a se
concentrar nos desenhos pretos,
seu cérebro reconhece as
formas brancas
[Imagem: Jay Sanguinetti]





















Dite de Pesquisa -Diário de Saúde-http://www.diariodasaude.com.br/

terça-feira, 9 de abril de 2013

Quando é que o cérebro começa a trabalhar de forma mais eficiente?







A Universidade de Montreal determinou que o cérebro humano, apenas começa a trabalhar de forma mais eficiente a partir dos 55 anos. Esta conclusão foi feita por pesquisadores ao analisarem, pessoas de diversas idades, submetendo-as a testes.

Descobriu-se que indivíduos cujas idades compreendidas entre os 55 e 70 anos, são mais eficazes na resolução de problemas, apresentando uma boa solução. Em situações mais complexas, os indivíduos entre estas idades têm a capacidade de reconhecer o problema, voltando ao ponto de partida e trabalhando de novo a partir daí, de uma forma mais precisa. Assim quando uma pessoa de mais idade, analisa um problema, este usualmente consegue resolve-lo de uma maneira mais exata e cuidada e ainda mais rápida, do que indivíduos de outras idades.

Por outro lado, o cérebro de pessoas mais jovens, tendem a procurar uma solução no meio de muitas soluções possíveis, dificultando o processo de seleção da solução ótima, o que gera muitas das vezes uma confusão na mente, levando mais tempo na tomada de decisões.

De acordo com o gerente da pesquisa, Uri Monchy, o cérebro humano com as idades compreendidas entre 55 e 75 anos, tem mais experiencia e consequentemente, consegue preservar o máximo da sua energia, direcionando-a precisamente para resolver os problemas mais emergentes.



Quando é que o cérebro começa a trabalhar de forma mais eficiente?







A Universidade de Montreal determinou que o cérebro humano, apenas começa a trabalhar de forma mais eficiente a partir dos 55 anos. Esta conclusão foi feita por pesquisadores ao analisarem, pessoas de diversas idades, submetendo-as a testes.

Descobriu-se que indivíduos cujas idades compreendidas entre os 55 e 70 anos, são mais eficazes na resolução de problemas, apresentando uma boa solução. Em situações mais complexas, os indivíduos entre estas idades têm a capacidade de reconhecer o problema, voltando ao ponto de partida e trabalhando de novo a partir daí, de uma forma mais precisa. Assim quando uma pessoa de mais idade, analisa um problema, este usualmente consegue resolve-lo de uma maneira mais exata e cuidada e ainda mais rápida, do que indivíduos de outras idades.

Por outro lado, o cérebro de pessoas mais jovens, tendem a procurar uma solução no meio de muitas soluções possíveis, dificultando o processo de seleção da solução ótima, o que gera muitas das vezes uma confusão na mente, levando mais tempo na tomada de decisões.

De acordo com o gerente da pesquisa, Uri Monchy, o cérebro humano com as idades compreendidas entre 55 e 75 anos, tem mais experiencia e consequentemente, consegue preservar o máximo da sua energia, direcionando-a precisamente para resolver os problemas mais emergentes.



segunda-feira, 8 de abril de 2013

Mapeamento do Cérebro Humano





A complexa arquitetura do cérebro humano, tal como os biliões de células nervosas que o constituem, confundiram por vários séculos os grandes estudiosos desta matéria.
Efetivamente, o avanço da tecnologia, tem permitido aos neurocientistas um melhor desempenho nas suas atividades, revelando assim informações cada vez mais detalhadas, relativamente ao funcionamento do cérebro. Recentemente, com o desenvolvimento de uma nova prática tecnologia, os cientistas começaram a puder mapear as conexões cerebrais, com maior precisão e eficácia. Julga-se que com a criação deste mapa, chamado Conectoma, podem-se criar esperanças de que distúrbios cerebrais, como autismo e esquizofrenia serão melhor entendidos no futuro e quem sabe até puderem ser curados.
Este projeto, Projeto Conectoma Humano, está a ser levado à avante nos EUA. Este projeto, começou por selecionar, voluntários saudáveis, para que sejam tiradas algumas imagens do seu funcionamento cerebral. Este processo é feito basicamente, pela passagem de moléculas de água através de fibras nervosas, dando uma imagem mais precisa da estrutura do cérebro e suas vias neuronais, afirmam os cientistas. Os responsáveis por este projeto, acreditam que com o tempo, além de digitalizarem imagens cerebrais de voluntários normais, poderão também rastrear indivíduos com anomalias, pois as ferramentas que estão a ser desenvolvidas, podem ser fundamentais para a forma como os especialistas interpretam cada doença.
Doenças ainda mal compreendidas, como o autismo, supõe-se que seja causada por uma anormalidade ao nível das conexões cerebrais. Contudo os cientistas afirmam que felizmente, com o desenvolvimento desta nova prática, poderão comprovar a veracidade destas mesmas especulações e se se comprovar, tentar entender de onde surgiu tal anomalia e tentar corrija-la.


Mapeamento do Cérebro Humano





A complexa arquitetura do cérebro humano, tal como os biliões de células nervosas que o constituem, confundiram por vários séculos os grandes estudiosos desta matéria.
Efetivamente, o avanço da tecnologia, tem permitido aos neurocientistas um melhor desempenho nas suas atividades, revelando assim informações cada vez mais detalhadas, relativamente ao funcionamento do cérebro. Recentemente, com o desenvolvimento de uma nova prática tecnologia, os cientistas começaram a puder mapear as conexões cerebrais, com maior precisão e eficácia. Julga-se que com a criação deste mapa, chamado Conectoma, podem-se criar esperanças de que distúrbios cerebrais, como autismo e esquizofrenia serão melhor entendidos no futuro e quem sabe até puderem ser curados.
Este projeto, Projeto Conectoma Humano, está a ser levado à avante nos EUA. Este projeto, começou por selecionar, voluntários saudáveis, para que sejam tiradas algumas imagens do seu funcionamento cerebral. Este processo é feito basicamente, pela passagem de moléculas de água através de fibras nervosas, dando uma imagem mais precisa da estrutura do cérebro e suas vias neuronais, afirmam os cientistas. Os responsáveis por este projeto, acreditam que com o tempo, além de digitalizarem imagens cerebrais de voluntários normais, poderão também rastrear indivíduos com anomalias, pois as ferramentas que estão a ser desenvolvidas, podem ser fundamentais para a forma como os especialistas interpretam cada doença.
Doenças ainda mal compreendidas, como o autismo, supõe-se que seja causada por uma anormalidade ao nível das conexões cerebrais. Contudo os cientistas afirmam que felizmente, com o desenvolvimento desta nova prática, poderão comprovar a veracidade destas mesmas especulações e se se comprovar, tentar entender de onde surgiu tal anomalia e tentar corrija-la.